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sexta-feira, 29 de setembro de 2017
domingo, 27 de agosto de 2017
Why Buffet got back to Nebraska?
"In some places it's easy to lose perspective. But I think it's very easy to keep perspective in a place like Omaha," he said.
Buffett said being far from Wall Street actually helped him.
"It's very easy to think clearly here. You're undisturbed by irrelevant factors and the noise generally of business investments," Buffett said. "If you can't think clearly in Omaha, you're not going to think clearly anyplace."
http://www.businessinsider.com/warren-buffett-berkshire-omaha-2012-8
Looking to the rich neighbourhoods in Brazil, and putting everything else in the same framework, it makes sense.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Questão 15 - Macro - ANPEC 2017 --- Multiplicador Monetário
Essa é uma questão que acaba sendo bem mais fácil se pensada de acordo com a construção da ideia do multiplicador monetário, feita no tópico 19.1 do Mankiw (Macroeconomia 7ed). Entretanto o que eu tentei nessa resolução foi pensar de acordo com o tópico 4.3 do Blanchard (Macroeconomia 5ed).
Para além dos textos, essa aula do professor Sayad sobre o tema também é bem interessante.
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sexta-feira, 21 de abril de 2017
Relatórios Ambientais:A ascensão da discussão ambiental
Introdução
Nas
seguintes páginas, se construíra uma perspectiva do papel das instituições, na
introdução de ideias no mainstream da
discussão social, através de um viés embasado pelos trabalhos com foco
econômico em Teoria das Redes (Hidalgo, Barabasi e Hausmann).
Em seguida analisaremos, alguns casos em que as ideias da pauta ambiental estão
sendo absorvidas pelo mainstream
corporativo, com enfoque no caso japonês, onde se irá traçar uma correlação com
entre a adesão a contabilidade ambiental, e a prévia adesão ao ISO 14001.
No terceiro
ponto de enfoque analisaremos como a questão ambiental ascende ao mainstream social-midiático-político a
partir de um desastre ambiental.
E por fim
discorreremos sobre a adesão a pauta ambiental e por consequência a
contabilidade ambiental em instituições transnacionais, e nacionais.
A prática da
discussão ambiental
Observa-se
dentro das experiências realizadas com a contabilidade ambiental, que está
costuma surgir dentro do contexto de um report, que agrega toda a informação da
atuação das corporações em torno da pauta de sustentabilidade. Nos casos de
maior êxito da adoção a contabilidade ambiental observa-se, que está surge como
uma consequência da adoção de uma cultura de sustentabilidade dentro das
instituições (3). Cultura que se traduz em ações, de diversificados modos a
depender do tamanho, do setor e da cultura geral da empresa. De modo a engajar
uniformemente o staff, nos mais diversos níveis de atuação, observa-se o caso
de instituições que atrelam o percentual do bônus anual da equipe, a resultados
obtidos em práticas de sustentabilidade (21).
A pauta de sustentabilidade
como um todo, tem o potencial de engajar as instituições de diferentes modos,
havendo desde instituições que irão se propor a repensar toda a sua atuação,
até outras onde a adesão se dará de modo gradativo. Por vezes a adesão pode se
dar para captar um novo perfil de agente investidor, em ascensão desde os anos
2000, que é o caso dos ecofundos(3)...
Veja a integra do texto em https://drive.google.com/file/d/0B3QS7rVc4dT5cXhiUnRGaC1ZLUU/view?usp=sharing
sábado, 8 de abril de 2017
A divergência entre fiscalizados e fiscalizadores
Assistir palestras acaba um sendo
um passatempo bem acessível nesses tempos de youtube. E eis que hoje vendo um
debate entre Suplicy e Olavo de Carvalho, começa a ficar bem claro o que está acontecendo
no Brasil. É um período de transição, alguns que outrora teriam sido
intelectuais de referência na cena nacional, começam a evidenciar que estavam
apenas aplicando sua própria interpretação do mundo nas suas análises, que
provavelmente estariam altamente expostas a tornarem-se politicas públicas em
outros tempos. O que não se configura como um problema, já que usualmente a
lógica é “tem-se um problema, algum intelectual pensa esse problema, e
desenvolve uma solução”. A grande questão fica mesmo evidente quando se percebe
o quão descolado da realidade essa análise é, e por consequência fadada ao
fracasso. Olhando a fundo,traços desse raciocínio podem ser percebidos em toda
a legislação brasileira, que inúmeras vezes é a perfeição social-burocrática em
si própria, mas totalmente inaplicável.
Daí faz sentido entender o grande
medo que assola o empresariado brasileiro, e talvez o porquê de haver uma certa
associação indireta entre essa classe e a direita brasileira. Já que esquerda, está rodeada de especialistas desse tipo [aquartelados nas universidades e distantes da realidade], o que talvez lhes tenham
proporcionado uma certa vantagem histórica, na medida em que o discurso com certa
base acadêmica, em sua essência tem maior peso social, isso associado as
respostas simples capazes de uma engajar uma classe artística sem grande
profundidade intelectual
num período de claras desigualdades
na sociedade brasileira(em especial o período marcado pela estagflação até o
inicio dos anos 2000). E de um modo geral, temos esses quadro de atores e interesses confusos,nos trazendo a esse período de transição contemporâneo.
Desde os anos 2000 a economia
brasileira sofre uma acelerada transição, do “faz aí”, para uma geração que
cada vez mais se volta a pensar em “como fazer, para então fazer”. Ao
mesmo tempo, a elite que conseguiu ascender em meio ao conturbado período pré-anos
2000, se consolidou, e agora os filhos desses indivíduos, junto com alguns incríveis
casos de superação do contexto social volta ao Brasil, trazendo na bagagem um
background com o melhor que as Ivy-Leagues lhes puderam oferecer. Essa geração
quer ocupar o seu espaço, e é aí que vão surgindo os Ségio’s Moro’s ou Deltan’s
Delangnol’s. Vai sendo evidente, por uma simples análise de currículo, a
diferença no capital social acumulado por esses indivíduos, e a atual classe
politica brasileira, que construiu seu capital social, num cenário distante da
consolidação dominado pelo “faz aí”. Enquanto que aqueles regressando das Ivy
das Leagues construíram seu capital social num contexto já consolidado, e por
consequência onde o “faz aí” já estava superado.
Não é que um vá estar mais certo
do que outro, a questão chave é que construções individuais diferentes vão
gerar perspectivas diferentes. Logo temos réguas diferentes, entre
fiscalizadores e os fiscalizados. E como a tendência é que os fiscalizadores
cada vez mais construam seu capital social num contexto já consolidado, os
embates tendem a ser cada vez mais intensos entre as duas classes. A classe política
será, pela essência do seu modus operandi, mais lenta no que se refere a absorver
esses indivíduos que absorveram o capital social num cenário consolidado. Aqui
enfocamos, na acumulação de capital social em cenários consolidados e não-consolidados, mas cabe pensar que por
hora o Brasil ainda vive a transição, então até que o país esteja consolidado teremos
ainda a acumulação de capital social num cenário intermediário.
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