domingo, 4 de novembro de 2018
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Marginal Substitution Rate (MRS) and Marginal Utility (MU) Intuition
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Revisão Some Unpleasant monetarist arithmetic :I + PDF na Íntegra
Resenha some Unpleasant monetarist arithmetic, sem incluir os apêndices.
No modelo de proposto por Sargent e Wallace analisaremos, o gasto corrente do
governo, desse modo (Déficit primário, excluso os custos da dívida)
No modelo temos o quadro fiscal sendo expresso para cada período de tempo em uma
sequência de blocos
A política monetária se dá através da expansão da base monetária que cresce a uma
taxa 𝜃. Representamos a base monetária atual por 𝐻𝑡
, desse modo.
Eq0
No modelo, o enfoque é quando a evolução de 𝐷𝑡
, se impõe sobre 𝜃, de modo que o
déficit excedente que não pode ser coberto via 𝜃, se transforma em divida 𝐵𝑡
. A
autoridade monetária opta por não impor o excedente sobre 𝜃(Para por exemplo:
manter a inflação sobre controle, mas a questão é que se essa dívida não é superada
por um avanço no PiB ou pela formação de excedente[superávit] segue o seguinte
quadro).
Logo ao não permitir que essa dívida seja coberta com 𝜃, a autoridade monetária está
apenas transferindo a inflação/seinorage, para um momento futuro[quando não
ocorre superávit].
Dentro da análise do déficit surge o seguinte quadro
Eq1
O que pode ser encarado como o déficit corrente, se dividido entre seignorage e
emissão de nova dívida, descontando-se o estoque anterior de dívida.
Agora com base nesse conjunto de informações vamos analisar o que acontece
quando definimos uma política monetária (𝜃) para um momento 𝑇, partindo um de
um 𝑡1, que já aconteceu e já está definido. Quando se define o objetivo para 𝑇
automaticamente, se está definido a política monetária que estará presente no
intervalo [𝑡1, 𝑇], a grande questão foco no trabalho aqui analisado é o que acontece
depois de 𝑇. E como o quadro presente em [𝑡1, 𝑇) impacta o 𝑡 > 𝑇 (momento
posterior a 𝑇.
Para fazer essa análise assumimos uma dívida constante no intervalo [𝑡1, 𝑇] a qual se
denominará 𝑏𝜃(𝑇)
, onde:
Logo essa última equação nos diz como a variação no nível de preços (que impacta no
NGDP), no período [𝑡1, 𝑇] = [𝑡 − 1,𝑡] depende do déficit e do estoque de dívida.
Uma das premissas que o modelo assume é 𝑅 > 𝑛 então no termo 𝑅𝑡−1 − 𝑛 > 0,
então quanto maior 𝑏𝜃(𝑇)
, maior será o valor transferido ao ∆𝑃, no período posterior
foco da política monetária (foco que é 𝑇). Basicamente sendo a taxa de juros 𝑅 maior
que o crescimento no período, o que se junta ao déficit é uma soma, que leva a uma
maior variação no NGDP no período.
É importante perceber que o seguinte termo impõe a restrição sobre o lado direito da
equação. De modo que ele [lado direito] precisa ser menor que 1 (1>).
A ideia é que isso reflete um teto para relação dívida-pib, já que num cenário extremo
em que resultado do lado direito é 1, seria como sair de um cenário em que 𝑃𝑡−1 = 0.
De um modo geral o que não pode acontecer, é que toda a variação surja pela dívida,
sem um mínimo acompanhamento do 𝑛. Mas nesse modelo a dívida cresce mais
rápido que a economia, gerando um desequilíbrio, que reduz a eficácia da atuação da
política monetária. O que ficará claro nos seguintes passos, onde estabeleceremos que
o objetivo da política monetária em 𝑇, gerará um crescimento no estoque de dívida,
que aparecerá no 𝑃𝑡
, quanto 𝑡 > 𝑇. Assim o que aconteceu, foi que ao custo de atingir
o objetivo de política monetária em 𝑇, inflou-se a dívida 𝑏𝜃(𝑇)
, que pela Eq6-4 vai
formar o ∆𝑃 para 𝑡 > 𝑇. Logo transferiu-se a inflação.
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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
John Dalton
E olha o que me rendeu esse projeto,
http://www.uff.br/?q=resultado-de-premio-de-video-em-ciencia-tecnologia-e-inovacao
O canal Plank nem foi para frente, mas até que valeu.
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física,
química
sábado, 18 de novembro de 2017
Sharing some tips in google for academics
Some may even say that be in the academy in those days, is kinda easy, since Sergey and Larry, already took a look in those questions, some time ago in the 90`s. By the way, take a look in some of their`s publications:
Sergey
https://research.google.com/pubs/SergeyBrin.html , or
http://infolab.stanford.edu/~sergey/
Larry
https://research.google.com/pubs/LawrencePage.html , or
http://dblp.org/pers/hd/p/Page:Larry
In the Brazilian society, where academy usually is proud of being isolated from the real questions in society, wherever they may be: business, social inequality (looking for situations inside our main cities)... is by some perspective easy to forget that that companies like Google, Monsato,Syngenta are heavily dependent on academic research.
So, lets take a look in tips for academic reseach.
First and most important, look for who knows what is doing.
How?Well it will depend, what do you want to understand?
Basic content
For introductory content the best will always be search for the syllabus in the best universities (by the best, is kinda obvious that we are talking about ivy leagues plus a very small group of universities). Look for the textbook used in those courses usually will help us saving a precious time, from trying to understand confused ideas by authors, that may know the content but fail in organize its own ideas. A good example of author that fit very, in the concept of well organizers of its own ideas are the following:
-Olivier Blanchard
-Gilbert Strang
-Richard Feynman
Papers
With that said we are finally able to talk about a second level, when we talk about how to use google, for academic purposes. As immediate consequence of the first rule, the point is find some publications of authors that you admire, the kind of people that is able to show you a small detail in the world, that will sound so obvious after you got guided, you may end up asking yourself how did you not had that insight before.
Usually it will be a simple idea, but very well developed.
Business
Search for business content is kinda simple is just a question of know who is the best in some area, and use that information to your own advantage when you google it. Take a look
“interest fiel+ some consulting company+ .pdf/.ppt”
Some key names to wear in your research
Bain and Company
Mckynsey
BCG
BTG Pactual
Credit Suisse
BlackRock
Deutsche Bank
And some last tips:
Don’t to forget to use https://www.quora.com/ There always interesting people available to help.
And, if you found this article you probably already knows, but if you don’t https://sci-hub.cc/
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Have noticed any mistake? Let a comment in the BLOGGER comment section. I`m writing this for the challenge in writing in a new language
Texto original clique aqui
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